Pelo terceiro ano consecutivo, São José de Ribamar foi apontada como a terceira melhor cidade para se viver no Maranhão, segundo o Índice de Progresso Social (IPS) 2026, divulgado nesta quarta-feira (20).  A cidade balneária integra o grupo de elite da qualidade de vida no estado, figurando no top 3 do ranking estadual do IPS 2026, com 62,42 pontos,  logo atrás de São Luís (65,64 pontos) e ao lado de Paço do Lumiar (63,06).

Na primeira edição consolidada (IPS 2024/2025), a cidade alcançou 60,85 pontos, quase 2 pontos a mais em comparação com este ano, segundo estudo à qual o blog de Isaías Rocha teve acesso. Reconhecido pelo intenso turismo religioso, tendo o Santuário de São José como principal atração, o município ribamarense também se destaca por suas belezas naturais, oferecendo retiros tranquilos à beira-mar e excelentes opções de gastronomia costeira.

No panorama consolidado de progresso socioambiental, São José de Ribamar se mantém consistentemente como um dos dez municípios com melhor infraestrutura urbana, habitação e bem-estar do Maranhão. A cidade conquistou visibilidade nacional expressiva em indicadores de proteção ao cidadão. No mapeamento de vulnerabilidade e segurança, despontou entre as cidades mais seguras da Região Nordeste.

Um novo levantamento sobre qualidade de vida no Brasil trouxe um retrato atualizado de como vivem os brasileiros em diferentes regiões do país. O Índice de Progresso Social (IPS Brasil 2026), divulgado pelo instituto Imazon em parceria com outras organizações, analisou os 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais, avaliando aspectos que vão muito além da economia.

Apesar do excelente desempenho relativo da cidade ribamarense em âmbito local, o estado como um todo enfrenta severos desafios estruturais, ocupando a 26ª posição entre as 27 unidades federais no ranking do IPS 2026, com uma média de 57,59 pontos.

Diferentemente de índices que medem apenas a riqueza gerada, como o PIB, o IPS busca entender se essa riqueza se traduz em benefícios reais para a população, considerando fatores como moradia, saúde, segurança, educação, acesso à informação, inclusão social e qualidade ambiental. O resultado mostra que, apesar de uma leve melhora na média nacional, o país ainda convive com fortes desigualdades regionais e desafios importantes quando o assunto é desenvolvimento social.

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