O EPO – Estratégia Pesquisas de Opinião, único instituto com 100% de acerto nas pesquisas eleitorais em 2024 no Maranhão, manifestou preocupação com práticas recentes de empresas do setor que colocam em risco a credibilidade da atividade.

Em nota, a empresa disse que a realização de levantamentos em datas sensíveis, como a Sexta-feira Santa, o  Carnaval e outras datas comemorativas ou religiosas, compromete a qualidade dos dados e distorce a leitura da opinião pública, fragilizando a confiança no sistema de pesquisas.

O comunicado foi publicado nas redes sociais nesta sexta-feira, 3, um dia depois da polêmica envolvendo uma pesquisa do Veritá, que foi alvo de impugnação na Justiça Eleitoral por alegações de vícios técnicos e formais, incluindo falhas na distribuição geográfica da amostra utilizada.

“Essas práticas têm gerado desgaste crescente no setor, inclusive com debates  internos mais rigorosos entre profissionais que tratam a atividade com a seriedade que ela exige”, frisou.

A assessoria do EPO também aponta que a situação se torna mais complexa porque, segundo a empresa, durante esses períodos, agentes públicos e pré-candidatos intensificam suas atividades de alto impacto social, como a entrega de cestas básicas, peixes e outros benefícios. Isso cria um ambiente atípico e inadequado para a coleta imparcial de dados.

Diante disso, em demonstração de compromisso ético, o instituto comunica que optou por retirar totalmente suas equipes de campo no dia 31 de março, não por ausência de demanda, mas em consideração à integridade e à responsabilidade na coleta de dados.

“A realização de pesquisas nessas datas não apenas causa estranheza, mas compromete a legitimidade dos resultados. Como demonstração de compromisso ético, a EPO retirou integralmente suas equipes de campo no dia 31 de março, por decisão própria, não por falta de demanda, pautada no respeito à lisura e à responsabilidade na coleta de dados”, completou.

Leia a íntegra da nota

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