De acordo com a atualização mais recente do Monitor de Secas, houve um agravamento da seca em 15 estados entre setembro e outubro. No Maranhão, por exemplo, a severidade da seca aumentou no período, com a expansão da área afetada por seca grave de 58% para 69%. Trata-se da situação mais grave de seca no estado desde janeiro de 2018, período em que 11% do estado enfrentou uma seca extrema.
Entre setembro e outubro, a área com seca se manteve estável em 92% do Maranhão. De acordo com o levantamento, o fenômeno se estende por 306.819 quilômetros quadrados no estado, cuja extensão territorial total é de 331.983 quilômetros quadrados.
Com base no território de cada unidade da Federação acompanhada, o Amazonas lidera a área total com seca de outubro, seguido por Minas Gerais, Bahia, Goiás e Maranhão. No total, entre setembro e outubro, a área com seca aumentou de 57% para 59% do território nacional. É a maior área com o fenômeno desde março deste ano, quando foram registrados 66% de seca no País.
Além do Maranhão, o fenômeno se intensificou em Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo e Tocantins. No sentido oposto, a seca abrandou somente no estado do Acre. No Rio Grande do Sul, houve o desaparecimento da seca.
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